O que diz a imprensa

Helder dá-nos a prova maior do seu talento. A forma como dá cor às palavras, como estila, como remata as frases, tudo nele cresceu assombrosamente…”. 
(Nuno Pacheco in Ípsilon)

“A sua voz atinge aqui momentos sublimes. Fados novos que, um dia, serão de certeza grandes fados…tradicionais”.
(António Pires in Time Out)

“Do primeiro ao último arrepiante segundo, é um álbum de absoluta mestria no desenho de uma sonoridade fadista que não se esforça por soar a fado (…) É o álbum de um intérprete admirável”. 
(Gonçalo Frota in Público)

Sobre Mim

Helder Moutinho nasceu em Oeiras, em 1969. O mar e o Fado estiveram sempre presentes na sua vida. Da sua família ganhou o amor natural pelo Fado, crescendo e convivendo desde sempre nos meios mais tradicionais deste género. A sede de cantar levou-o a fazer parte deste universo tão apaixonante quanto misterioso e complexo. É Fadista. No final da adolescência, depois de também se identificar com outros estilos musicais, o Fado começou a ganhar uma importância cada vez maior na sua vida.
O apelo de Lisboa torna-se inevitável. Depois do mar, é o Tejo quem chama por ele, revelando-lhe a cidade das paixões, das casas de fado, das noites nostálgicas e poéticas que lhe hão de inspirar a escrita.
Nas tertúlias fadistas, pela noite dentro e com outros amantes do fado, começam a surgir as primeiras letras de sua autoria que viria a gravar mais tarde no seu primeiro álbum – “Sete Fados e Alguns Cantos “(1999). A “vontade de fazer acontecer” levou-o à produção e ao management, primeiro na HM Música e agora na MWF - Music Without Frontiers. Helder Moutinho é um arquitecto de sonhos.

Começou a cantar no Nónó, no Bairro Alto, em 1994, ano em que participa no Ciclo de Fados da Mãe d’Água no âmbito de Lisboa Capital Europeia da Cultura; integrou o elenco da Taverna do Embuçado ao lado de artistas como Beatriz da Conceição, Celeste Rodrigues e Teresa Siqueira, onde cantou durante sete anos, e na Parreirinha de Alfama onde actuou ao lado de Argentina Santos. 

Na procura de recriar o ambiente das tertúlias de Fados de tempos idos, o seu nome está ainda intimamente ligado ao nascimento de algumas das Noites de Fado mais emblemáticas de Lisboa: a abertura da Mesa de Frades em 2003, as noites no Chapitô no Castelo; os serões na Bela Vinhos e Petiscos, também na Mouraria; os sábados passados na Fábrica de Braço de Prata; até à mais recente recuperação da mítica Casa da Severa na Rua do Capelão, onde nasceu a Maria da Mouraria,  finalmente a sua própria casa de Fados.

Desde a sua estreia discográfica em 1999, com “Sete Fados e Alguns Cantos”, Helder Moutinho editou até agora mais quatro álbuns – à média de um disco novo a cada quatro anos, o tempo que leva a pensar, ponderar e amadurecer cada uma das suas obras discográficas, todas elas obedecendo a um conceito, uma vontade, uma ideia ou convicção: “Luz de Lisboa” (2004), que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues, “Que Fado É Este Que Trago” (2008), “1987” (2013) e o recente, editado em 2016, “O Manual do Coração” . 

Álbuns que lhe valeram os maiores elogios da crítica especializada e o crescente carinho e admiração do público, em Portugal e em muitos outros países. 

Em 2018 recebeu o Prémio Prestígio na 2ª Gala do Fado da Voz do Operário, em Lisboa.

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